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TAN TAN TANN          16 - 17 JUN2023

TANOARIA JOSAFER   ESMORIZ . OVAR

 7º Festival de Artes Performativa Contemporâneas de Esmoriz 2019

TAN TAN TANN já vai para a sua sétima edição. Uma vez mais, este projeto único na cidade de Esmoriz pretende unir públicos a um evento transdisciplinar, onde a arte ancestral da Tanoaria se funde com as artes performativas contemporâneas.

A cada passo a nossa cidade cresce e os públicos estão cada vez mais exigentes face às várias iniciativas culturais, institucionais, associativas ou privadas que a cidade de Esmoriz oferece aos seus habitantes e visitantes.

 

O TAN TAN TANN 7º Festival de Artes Performativas Contemporâneas está a crescer em torno desta realidade, o que faz deste evento único na cidade um espaço multicultural e multidisciplinar.

Sejam bem-vindos à cidade de Esmoriz.

Organização: Imaginar do Gigante e Câmara Municipal de Ovar

Apoio: Tanoaria Josafer I Junta de Freguesia de Esmoriz I Ovar Cultura I EIXO - Aprendizagem Criativa Assitej-International  Association of Theatre for Children and Young People I Descampado - Artistas Associados Cork Train Station Guesthouse I Antena 2

LOCAL 

Tanoaria Josafer Lda – Av. 29 de Março, 779 3885 - 517 Esmoriz

Espetáculos para maiores de 12 anos  

Entrada sujeito à lotação do espaço

                                                                         16 JUN 22:00

 

NORMALMENTE O VICEVERSA  TERCIO-INCLUSO (ES/FR)

Dizem que os objetos não devem ser impostos a história, mas deixe-os nos contar a deles. É que a memória dos objetos é mais ampla que a memória humana. Eles testemunharam emoções, situações e atos de pessoas que lhes tocaram um dia, ou muitos, os encheram de lembranças. É por isso que buscamos intimidade para dar-lhes espaço e literalmente dar-lhes uma mão para nos contar a sua história, o segredo que guardam, aquela aura que o tempo e de que falava Roland Barthes “Um tempo o nosso é curto, mas forte como café". 

 

Normalmente ou vice-versa recebeu o DRAC OURO PARA MELHOR ESPETÁCULO FAMILIAR na Feira de Bonecos de Lérida 2019, "pela sua originalidade, coerência e subtileza".

Ideia original, cenografia, direção: Giselle Stanzione e Amok Cor

Iluminação: Marieta Tinto

Design gráfico: Telmo Parreira e Paul E. Soto

Produção Audiovisual: Marc Coast

JOANA GUERRA  VIOLONCELO E VOZ (PT)

Tendo colaborado regularmente com inúmeros músicos de diferentes géneros, bem como com projetos de dança, performance e teatro, influenciando e entrelaçando um universo sonoro em constante expansão. Lançou quatro discos do meu projeto solo homônimo, datando o último lançamento de 2020 com o aclamado “Chão Vermelho” (Miasmah Records).

Faz parte de vários projetos no espectro da música exploratória e improvisada: Lantana, The Alvaret Ensemble, Joana Guerra & Gil Dionísio ou o ensemble inspirado em Cornelius Cardew ‘Tratado de Cardew. Além de outras colaborações com Joëlle Léandre, Maria do Mar, Surma, Spectrum Awareness, Carlos Godinho, Gume, Victor Herrero, Lula Pena, Yaw Tembe, Asimov, Angelica Salvi, Tiago Sousa, João Ferro Martins, Pop Dell'Arte, João Pais Filipe, Paulo Vicente, Beat the Odds, Raquel Lima, Trigger, Ricardo Jacinto, Pedro Melo Alves, Mia Distonia, Orquestra do Ruído, Cícero, Bernardo Álvares…

Como compositora e intérprete, tem estado envolvida em projetos de outras áreas artísticas: na performance de dança, trabalhou com com as coreógrafas Clara Andermatt, Madalena Victorino e Marina Nabais; no teatro, com a Companhia João Garcia Miguel e Hotel Europa; em cinema/documentário, fez a banda sonora de Os campos em volta, de João Botelho, apresentado no Festival IndieLisboa 2015 e também de Peceras, de Asur Fuente.

Voz e Violoncelo: Joana Guerra 

 

 

ADÉRITO FERREIRA  MACACA RAMBÓIA (PT)

Para saber o que é a Macaca Rambóia só mesmo com entendidos… O Adérito Ferreira vai explicar estas e outras conversas de tanoeiros, com os bifes a acompanhar…. 

 

Conversa e preparação: Adérito Ferreira                                                                                                                                                   

17 JUN 22:00

 

UM CLÁSSICO  ASTA TEATRO E VERA MANTERO

 

Um Clássico atravessa gerações. Toca a todos (porque trata temas que tocam a todos) porque persiste na memória coletiva. Um Clássico representa ideias da época em que é criado. Um Clássico representa sentimentos da época em que é criado. Um Clássico mostra paixões intensas e múltiplas. Um Clássico regista a complexidade do seu tempo. Um Clássico inventa a complexidade do seu tempo. Um Clássico retrata um contexto histórico importante. Um Clássico usa (inesperadamente) uma linguagem inesperada. Um Clássico cria expressões exemplares e inusitadas. (Um Clássico usa sempre o antigo acordo ortográfico?!). Um Clássico não se enquadra em nenhum estilo (e é possível que crie um estilo novo). Um Clássico é inovador (mas não era Um Clássico?). Um Clássico repercute-se na vida das pessoas e na vida das (outras) obras. Um Clássico é-nos familiar. Um Clássico nunca pára de dizer aquilo que tem para dizer. Um Clássico é inesgotável. Um Clássico produz efeitos nas consciências. Um Clássico é uma forma de conhecimento. Um Clássico relê-se e redescobre-se. Um Clássico revela. Um Clássico dura. Um Clássico diz não à morte. É isto que nos propomos criar – Um Clássico.

Produção: ASTA

Criação e direcção: Vera Mantero

Assistente de direcção: Elizabete Francisca

Interpretação: Carmo Teixeira e Sérgio Novo

Direção Técnica: Pedro Fonseca/colectivo, ac

Produção e comunicação: Rui Pires

Design Gráfico: Sérgio Novo

Guarda Roupa: Inês Santos

Cenografia: Sérgio Novo

Género: Cruzamentos Artísticos

Idioma: Português
Duração: 55m

ADUFE&ELECTRÓNICA  MÚSICA PERFORMANCE (PT)

 

Aduf&lectrónica introduz o adufe na tradição da Música Erudita nova. Apesar de fazer parte do nosso imaginário colectivo como povo, mesmo fora das regiões de onde é autóctone, ficou sempre circunscrito, salvo rara excepção, à musica de tradição popular de onde é originário. Se essa condição acabou por lhe conferir uma aura mítica, tem-lhe retirado também verdadeiras possibilidades de desenvolvimento e expansão enquanto instrumento em si, ou seja, tanto na técnica instrumental como na construção. 

A inclusão de electrónica, em particular de electrónica-em-tempo-real, surge de forma natural na exploração e descoberta das possibilidades do adufe e no seu tratamento, dentro de uma tradição musical onde a electrónica se foi desenvolvendo desde há já um século, tendo tido grande expansão nos últimos 50 anos e sendo hoje parte activa e integrante da prática e pensamento musical erudito. Permite também criar uma ligação com a história e tradição existente do adufe, através de registos fonográficos existentes e como ligação entre dois mundos musicais, que sendo ambos música, são díspares em muitos aspectos. Propomos assim um projecto que tendo como objectivo final a apresentação em concerto de novas peças para adufe e electrónica, engloba não só a escrita e execução pública dessas mesmas peças, mas também todo um trabalho de experimentação e pesquisa, seja em estúdio, na relação entre compositor e instrumentista, seja no contacto directo com as adufeiras e grupos de adufeiras que têm mantido vivo o adufe e a sua tradição. Dado o carácter inédito, investigativo e de work-in-progress do projecto, o trabalho tem sido desenvolvido desde 2019, em várias residências artísticas, momentos de estúdio e concertos.

Electrónica, composição e adufe: Bruno Gabirro

Adufe e Investigação: Rui Silva

PEDRO MAIA  DISCOS PARA CONVERSAR (PT)

Foi o mentor e programador de um dos festivais mais delicados de Esmoriz, os Sons do Parque, no Parque Ambiental do Buçaquinho, onde passaram muitos dos maiores projetos de música portuguesa de autor. 

DJ: Pedro Maia

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