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TAN TAN TANN


3º Festival de Artes Performativa Contemporâneas de Esmoriz 2019

TAN TAN TANN já vai para a sua terceira edição. Uma vez mais, este projeto único na cidade de Esmoriz pretende unir públicos a um evento transdisciplinar, onde a arte ancestral da Tanoaria se funde com as artes performativas contemporâneas.

A cada passo a nossa cidade cresce e os públicos estão cada vez mais exigentes face às várias iniciativas culturais, institucionais, associativas ou privadas que a cidade de Esmoriz oferece aos seus habitantes e visitantes. O TAN TAN TANN 3º Festival de Artes Performativas Contemporâneas está a crescer em torno desta realidade, o que faz deste evento único na cidade um espaço multicultural e multidisciplinar.

Sejam bem-vindos à cidade de Esmoriz.

Organização: Junta de Freguesia de Esmoriz e Imaginar do Gigante

Apoio: Tanoaria Josafer, Teatro Renascer

Apoio à Comunicação: Rádio Nova, Donline Diário de entre Douro e Vouga

JOÃO DOCE E TÓ TRIPS

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Um espetáculo cúmplice e entusiasmante com o percussionista João Doce, reputado músico angolano residente em Esmoriz, Aveiro, sobejamente (re)conhecido como membro dos Wray Gunn e colaborador de The Legendary Tiger-man e Tó Trips é co-fundador de marcos da recente música nacional, como é o caso dos Lulu Blind ou Dead Com-bo, e membro da fase final dos Santa Maria Gasolina em Teu Ventre, lançou, em 2009, o seu primeiro álbum a solo, ‘Guitarra 66’, pela Mbari, efusivamente recebido pela crítica.

No seguimento de "Guitarra Makaka", o segundo álbum a solo de Tó Trips editado em 2015, a viagem desta vez é a dois: Tó Trips (Dead Combo) e João Doce (Wraygunn). Dois tipos encontram-se numa praia no Norte de Portugal e rumam ao arquipélago longínquo de Sumba! Um mundo imaginário, que nos obriga a um mindfulness: em Sumba não existe tempo, não existe urgência. Tudo é contemplado, tudo é admirado, tudo é considerado belo e impoluto.

EMERGIR teatro e comunidade

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O que Nietzsche inveja nos animais é sua felicidade desprovida de qualquer temporalidade. Eles não distinguem o ontem do hoje ou do amanhã. Por isso não sofrem com a sua finitude ou incompletude, tampouco se refugiam em ideais de permanência. No entanto, o único que nos resta na vida são as emoções.

Teatro e comunidade, realizado com o grupo de teatro da Universidade Sénior de Esmoriz. Apresentam o seu pri-meiro trabalho, num encontro memorável de viagens e futuros por definir, e outros ainda por sonhar. Uma vida de muitas vidas, onde todos nós pertencemos.

FICHA TÉCNICA
Direção Artística: Pedro Saraiva
Intérpretes: Albertino Silva, Belmira Oliveira, Cristina Oliveira, Inês Barrosa, Isabel santos, José Carvalho, Maria Conceição e Rosa Guimarães
Fotografia de cena: Mário Costa
Apoio: Universidade Sénior de Esmoriz, Junta de Freguesia de Esmoriz e Imaginar do Gigante.

MAGMA no limite da selvajaria

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O Magma é um poema sonoro, cénico e coreográfico.

Magma é construído a partir da ausência, onde os objetos sonoros, cénicos e coreográficos se tornam presentes nas analogias, interferências e conexões estabelecidas entre si. Estes, concorrem para a construção de uma narra-tiva poética, um ato revolucionário que em si transporta os medos e os paradoxos da existência.

Situar, permanecer e mapear são os motes exploratórios para este solo-poema, uma caminhada solitária carregada de memórias, metáforas, medo, silêncio, violência, dor, coragem, amor, desistência e resistência. A efemeridade do momento presente, a reformulação de contextos que permitam habitar um lugar, um corpo, um palco. A escuridão da fuga, a luz da mudança, o ar irrespirável que se transforma em balão de oxigénio, o desejo de existir sempre presente.

No palco (aqui, campo representativo da falência da utopia), sou o último filho do sonho e da esperança, figura que sucede o big brother, o punk como cultura e a anarquia como ideologia.

O gesto (ou a dança) que emerge paulatinamente é doente devido ao ar violento e venenoso que é respirado na urgência que lhe é intrínseca.

Bem-vindos à guerra niilista. Consciente. Primária. Parente direta da zona mais escura da tecnologia. E no decorrer da guerra está patente um outro medo: que a natureza decida dar de si e nos entregue de mão livre a nunca espe-rada catástrofe ecológica.

FICHA TÉCNICA
Criação e interpretação: Flávio Rodrigues
Desenho de Luz: Daniel Oliveira
Intérprete no processo: Bruno Senune
Video: Eva Ângelo
Fotografia de cena: Susana Neves
Documentação: Telma João Santos
Apoio: Estruturas associadas 23 Milhas (Ilhavo), Teatro de Ferro (Porto), Festival ContraDança (Covilhã), Balleteatro (Coliseu do Porto) Co-produção Teatro Nacional São João

ELETRIC MAN

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Electric Man é Tito Pires que, depois de se lançar a solo e trazer ao mundo o álbum de estreia homónimo, nos revela o mais recente Electric Domestique.

Esta aventura de exploração 'Do It Yourself' em formato "one man band" revela-se através de um universo diverso e criativo construído entre efeitos sonoros, batidas electrónicas, guitarra, sintetizador, theremin e voz, evidenciando a sua identidade musical em ponto de ebulição.

MACACA RAMBOÍA

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Para saber o que é a Macaca Ramboia só mesmo com entendidos... diz-se que nos tempos mais antigos os Tanoeiros se juntavam para confraternizar no final de uma grande jornada laboral. O trabalho era duro e a necessidade de descomprimir era necessária, para a continuidade da humanização laboral saudável. Depois de tanto TAN TAN TANN, reuniam-se à conversa, a comer, a beber e a dançar, entre outras excentricida-des... O Adérito Ferreira vai replicar estas e outras conversas de tanoeiros….

JOÃO PALAVRA

João Palavra, melómano fervoroso, aproveita as aparições públicas para partilhar a música que ouve, que gosta, que o inquieta, que o faz dançar, que mexe com os sentidos. Viagens ecléticas e de cariz espiritual proporcionadas pelas suas Discoslagens