Parque Ambiental do Buçaquinho
Rua do Buçaquinho | 3885-526 Esmoriz
Long. 8º 38' 19,738'' W | Lat. 40º 57' 00,985'' N
Divisão do Ambiente da Câmara Municipal de Ovar
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A partir do mundo gigante dos livros pretende-se interagir com vários formatos de arte e a literatura contemporânea para crianças.
Um encontro para o impulso linguístico interdisciplinar, que vai dos livros às oficinas, às conversas, às artes plásticas ou mesmo às artes performativas contemporâneas para crianças.
PROGRAMA
Trava lengas e lenga línguas
Sessão de abertura com o Coro Infantil da Universidade de Lisboa. Com direção de Erica Mandillo, João Lima e Paula Moniz ao piano (piano a quatro mãos).
6 jun.: 16.30h
Oficina tipográfica
6 jun.: 15h às 16.30h, Museu Nacional da Imprensa.
Poemas da Horta e Outras Verduras
Com a editora, Máquina de Voar.
6 jun.: 17.30h
Falei com o autor
Com a escritora, Manuela Leitão.
6 jun.: 17.30h
Ilustra-me
Oficina de ilustração com Anabela Dias.
6 jun.: 17.30h
Conta-me
Leituras com Nuno Meireles
7 jun.: 11.30h, 16.30h; 14 jun.: 16.30h
Chiu! É segredo
Dinamização Imaginar do Gigante.
7 jun., 14 jun.: 18.30h
Megafones
Debate A história da criança em Portugal com Maria João Martins, moderado por José Manuel Couto, interlúdio musical com Catarina Malcato Rebelo, harpa.
9 jun.: 18.30h
O meu nome é...
Com a escritora e ilustradora, Rita Correia.
10 jun.: 11.30h
Livros no ar
Lançamento do livro Horizonte por José Rui Teixeira e Isabel Girão.
10 jun.: 16.30h
Gatafunhar
Oficina de escrita com Nuno Meireles.
10 jun.: 17.30h
Plouf!
Teatro de formas animadas.
10 jun.: 18.30h
Oficina Imagens que saltam à vista
13 jun.: 15h às 16.30h, Museu Nacional da Imprensa.
O Tigre na Rua e outros poemas
Poesia, com Miguel Gouveia, editora Bruaá.
13 jun.: 16.30h
Olívia
Espetáculo de dança, de Isabel Barros, baseado no livro de Ian Falconer.
13 jun.: 17.30h
Poemas que voam
Lançamento de papagaios e oficinas.
14 jun.: 11.30h
Obs.: No dia 6 jun. abertura às 14.30h. Atividades também disponíveis para escolas dias 8, 9, 11 e 12 de junho, com a colaboração do Colégio Luso Francês e Museu Nacional da Imprensa. Exposições e feira do livro em permanência.
Esmoriz fixa o maior núcleo da arte da tanoaria no seu território. Preservar esta arte ancestral é poder dar-lhe continuidade. Para reavivar o passado é necessário expandir no futuro. O festival interdisciplinar de artes performativas contemporâneas TAN TAN TANN perspetiva o interesse desta Comunidade em ativar o Núcleo Museológico de TANoaria de Esmoriz.
1 JUNHO
10H00 VISITAS GUIADAS TANOARIA \"FARRAMENTA\"
2 JUNHO
22H00 AREIAS - FORMAS ANIMADAS
23H00 IGUANAS - MÚSICA POP / HOUSE
3 JUNHO
22H00 PALABRAS DE CARAMELO - TÍTERES MARÍA PARRATO
23H00 PEGA MONSTRO - MÚSICA ROCK
entrada livre / serviço de bar permanente
O que é o TAN TAN TANN? O nome deste projeto foi estudado a partir das palavras, tanoeiro, tanoaria, e o som TANN. Assim nasceu o nome TAN TAN TANN, que vai já para a sua segunda edição em 2018.
O projeto TAN TAN TANN une públicos a um evento transdisciplinar onde a arte ancestral da Tanoaria se funde com a arte contemporânea. É devolver um lugar ancestral da comunidade a partir das práticas artísticas. Um potencial catalisador de novos meios de turismo e fixação das populações.
Um festival que envolve a cidade e a aproxima a sua comunidade com um sentido de pertença quer às artes, quer ao seu património.
A primeira edição consistiu num programa interdisciplinar de performances contemporâneas para o público jovem, que se realizou no espaço vivo da oficina da tanoaria Josafer, em funcionamento na cidade de Esmoriz.
Estar numa tanoaria em funcionamento é aproximar e relacionar a arte da tanoaria com as suas gentes. É poder garantir a sua continuidade, é poder acolher novos conhecimentos e novas reflexões para as práticas artísticas. Podendo no futuro ser um espaço para a criação e difusão de novas linguagens artísticas.
TAN TAN TANN, um lugar onde o passado lança o futuro para a expansão de um território artístico, cultural, museológico, ambiental e turístico.
15 JUN, 22H00
SU8MARINO
DANÇA (JOANA CASTRO)

Nesta peça, o performer é também observador, público, náufrago, construtor de camadas submersas, emergindo enquanto metáfora existencial. Su8marino é um ritual, uma fronteira esbatida onde camadas de (des)(re)territorialização abrem espaço à metamorfose.
Como reagir ao universo envolvente, onde a Síria se desfaz, o Brasil encolhe, os EUA estão no limite e a Europa asfixia? Em que medida, a consciência da globalização na relação com o espaço privado, se ritualiza e se transforma num espaço poético e abstrac-to onde as possibilidades de existência a substituem?
Su8marino é uma peça onde os espaços globalizados permanecem, entrelaçados num espaço pessoal, num corpo específico, cheio de referências que se vão desreferenciando em busca de múltiplos.
FICHA TÉCNICA
Conceção, criação coreográfica, cénica e interpretação: Joana Castro
Música original: Adriano Fontana e Joana Castro
Figurino: Jordann Santos
Desenho de luz: Alexandre Vieira e Joana Castro
Texto e documentação: Joana Castro e Telma João Santos
Assistência de ensaios: Camila Neves
Registo e edição do espetáculo: Eva Ângelo
Agradecimentos: Joclécio Azevedo, Vânia Rovisco, Nome Próprio, Renata Portas e Raquel Ferreira
Residências e apoios na criação: Conquering the Studio 2016: a time for research de Cristina P. Leitão | Lugar Instável, DeVIR/CAPa, Palácio do Sobralinho, Inestética companhia teatral, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Centro de Criação de Candoso | CCVF, Serviço de Emergências 2016 | Teatro de Ferro
Co-produção: Teatro Municipal do Porto
15 JUN, 23H00
PZ
MÚSICA ELETRÓNICA (PAULO ZÉ PIMENTA)

Começou a fazer música no seu quarto com um computador, um sampler, e um ou dois sintetizadores, quando tinha 16 anos.
À medida que foi aprendendo a mexer em máquinas e a tocar vários instrumentos, num modo autodidata, foi desenvolvendo uma sonoridade própria.
Sendo PZ o seu projeto mais intimista, existem outros que permitem ao músico viajar por sonoridades e estados de espirito divergentes, como Pplectro (alter ego que toma conta dos seu devaneios puramente eletrónicos), Paco Hunter (projeto que desenvolveu com o seu irmão Zé Nando Pimenta), e a Zany Dislexic Band (banda de improviso que conta também com Zé Nando Pimenta, Duarte Araújo e Sérgio Freitas).
Por mais estranho e contraditório que pareça, PZ vai construindo a sua identidade neste seu mundo multifacetado e multidisciplinar. A coerência é dividida em mundos paralelos que vivem em dimensões próprias. Ouvindo as músicas vemos que a realidade ainda supera a ficção.
16 JUN, 22H00
EXÍLIO DAS MOSCAS
FEIRA DE LESTE / ESPANHA

Projeto com uma clara dimensão artística performativa, em que as linguagens cénicas e audiovisuais convergem em temas como a emigração e imigração, o feminismo, racismo, abusos de poder, guerra, e a sátira política.Chás, malas, fotografias a preto e branco, soldados de brinquedo, roupas vintage e outros itens, fazem de Exílio das Moscas um imaginário compulsivo e extravagante, explorando várias linguagens cénicas.
Intérpretes: Sonsoles Cordón, Dunia Díaz, Germán Gundín, Hugo Rodríguez
Menção especial: Donina Rodríguez
Iluminação: Germán Gundín, César No
Desenho gráfico: Javier Nistal, Ernesto Is
Produção: Feira do Leste
Dramaturgia: Ernesto Is
Direção: César No
Duração: 70 minutos
Idioma: Galego/Castelán
16 JUN, 23H00
MACACA RAMBOIA
CONVERSAS EXÓTICAS E OUTRAS
Para saber o que é a Macaca Ramboia só mesmo com entendidos… diz-se que nos tempos mais antigos os Tanoeiros se juntavam para confraternizar no final de uma grande jornada laboral. O trabalho era duro e a necessidade de descomprimir era necessária, para a continuidade da humanização laboral saudável. Depois de tanto TAN TAN TANN, reuniam-se à conversa, a comer, a beber e a dançar, entre outras excentricidades... Aqui vamos replicar estas e outras conversas de tanoeiros….
16 JUN, 24H00
O MANIPULADOR
ROCK ALTERNATIVO / EXPERIMENTAL MANUEL MOLARINHO

Embora uma one-man-band assumida, O Manipulador é muito mais que isso. Qual Hidra mitológica, os pedais, os loops e uma abordagem aventureira das quatro cordas desdobram-se (e multiplicam-se) em canções pegajosas e memoráveis. Neste universo em expansão, há ecos de Om ao lado dos Sonic Youth, laivos de punk do século passado pintados com o negro aveludado dos Morphine e dos Tindersticks. Acima de tudo, é notória uma confluência de estéticas que só a solidão d’O Manipulador permite conjugar.
Em palco, onde todas estas referências ganham vida e corpo. O Manipulador faz-se acompanhar sempre que possível do artista visual Eduardo Cunha. À música, junta-se uma componente imagética tantalizante e pouco habitual, que ajuda a transformar a música d’ O Manipulador numa viagem sensorial."
Manuel Molarinho é membro e fundador do projeto Um ao Molhe, das Bandas Madrasta, Burgueses Famintos o seu mais recente projeto é o aclamado Baleia Baleia Baleia com álbum dos óculos…